A gente juntou as duas calls, o perfil, a central de links e o Notion dela, e assistiu 80 reels de referência. Com verba pequena, o começo precisa vender: o anúncio tem que se pagar desde o primeiro mês. Por isso o plano tem um foco só, e o resto da esteira entra depois, com o caixa andando.
Por que ele, e não a aula ou a REGA direto: a aula grátis precisa de público e demora para virar dinheiro. A REGA, de R$ 1.990, é cara para quem nunca ouviu falar dela. O diagnóstico cabe numa conversa de WhatsApp, e a devolutiva já mostra o que a REGA resolve.
Formato e preço a fechar na primeira reunião. Se as primeiras conversas travarem no preço, testar R$ 197 antes de ligar o anúncio.
O que a gente combinou na call de 15/10, já com o foco no diagnóstico.
| O quê | Quem | Quando |
|---|---|---|
| Contrato de 3 meses | João | esta semana |
| Ler o plano e apontar o que está inconsistente | Clara | antes da 1ª reunião |
| Contar o que saiu da consultoria de Instagram | Clara | depois da consultoria |
| 1ª reunião: fechar o diagnóstico (formato, preço, vagas) | Clara + João | semana de 19/10 |
| Montar a área no Notion e convidar o João | Clara | semana de 19/10 |
| Lista de quem já conhece o trabalho dela (ex-clientes, e-book, grupo, feira) | Clara | semana de 19/10 |
| WhatsApp Business com respostas prontas e link de agenda | João | semana de 19/10 |
| Mensagem individual para a lista, até 10 por dia | Clara (texto do João) | semana de 26/10 |
| Anúncio no ar | João | 02/11 |
| Destaque e botão dos produtos para designers | Clara | quando der |
| Marcar a call do aplicativo | Clara + João | quando ela tiver uma data |
Na call ela contou que a cliente leva de 6 meses a 1 ano para comprar a identidade. A esteira inteira continua valendo. Ela só é montada em ordem, um degrau por vez.
1 hora + devolutiva escrita. A porta de entrada que o anúncio vende.
R$ 297 · focoVitrine do Instagram. Oferecida no fim de toda devolutiva, com o diagnóstico abatido.
R$ 1.990Para quem, no diagnóstico, se mostra bagunçada por dentro.
preço delaAparece como passo seguinte na devolutiva. Chega com o tempo.
≈ R$ 3.000Um destaque e um botão na central de links. Nenhum post.
definir com a ClaraPara nutrir quem ainda não comprou.
depoisAulas e plataforma já prontas.
depois · R$ 37 a 47/mêsA melhor collab dela foi com a Feirinha Verde.
depoisTudo na semana de 19/10.
| Peça | Hoje | Como fica | Quem |
|---|---|---|---|
| Bio | Não fala de feira; termina em "saiba mais" | A bio abaixo | Clara |
| Destaques | 2 (feedbacks, bora conversar) | Diagnóstico · O que brotou · Elas dizem · Designers | Clara |
| Central de links | 6 cartões em 3 abas | Um botão no topo: "Diagnóstico da tua marca", indo para o WhatsApp | Clara |
| Formulário de contato | "Por onde me encontrou?" sem Instagram e sem feira | Incluir Instagram, anúncio, feira e indicação | Clara |
| Resposta automática no Instagram | Não tem | Quem comenta ou manda DIAGNÓSTICO recebe no direct, sozinho, o botão para o WhatsApp dela | Neo |
| WhatsApp Business | — | Etiqueta "anúncio", 4 respostas prontas, link de agenda | Neo |
| Conta de anúncio | A confirmar | Página, BM e conta no nome dela | Neo |
Clara Daog · marcas autorais de feira 🌱
Feira não é bico: é onde marca nasce.
Marca, Instagram e organização pra tua marca ir além da feira
Diagnóstico da tua marca · manda DIAGNÓSTICO
O melhor post para vender o diagnóstico é o próprio diagnóstico acontecendo: ela olhando uma marca e dizendo o que mudaria. Dois por semana, bem feitos, valem mais que quatro forçados. Sobe para 3 quando os 2 estiverem saindo por 3 semanas seguidas.
| Dia | Post | Formato | Tempo dela | Termina com |
|---|---|---|---|---|
| Quarta | Opinião "Feira não é bico" | Reel dela falando para a câmera, 30 a 45 s, frase da dor no topo | gravado num bloco de 1 hora a cada 15 dias | "manda DIAGNÓSTICO" |
| Sábado | Raio-x ou case, alternando "Se a marca fosse minha" · antes e depois | Reel de 60 s com tela e roteiro, ou carrossel de antes e depois | 1 a 2 horas | "manda DIAGNÓSTICO" |
| Quando der | Corte das aulas gravadas | Opus Clip, que ela já usa | 15 min | "manda DIAGNÓSTICO" |
Achadinhos e cortes de workshop podem continuar nos stories. No feed, o que pesa hoje é o vídeo ser assistido até o fim e enviado para alguém.
8 posts. Vários já estão no Notion dela parados em "para gravar".
Qua Manifesto "Feira não é bico" (fixar)
Sáb Se a marca fosse minha #1: doce de feira
Qua "Tua designer não devia escolher tua cor favorita"
Sáb Antes e depois da Little Doce
Qua "Vende bem na feira e quase nada no Instagram?"
Sáb Se a marca fosse minha #2 (escolhida nos comentários)
Qua "O que eu olho primeiro quando analiso uma marca"
Sáb Case Ybyacaya, em collab com elas
A Tay é o modelo do raio-x de sábado: "se eu fosse criar uma marca de…", que é o diagnóstico acontecendo na frente da câmera. A Erika, que a própria Clara mandou, mostra como gravar na feira. E os dois posts que mais funcionaram no perfil da Clara.
Uma aula de posicionamento que parece entretenimento. Ela faz o próprio trabalho na frente da câmera.
Pra Clara: a série "Se a marca fosse minha", com marcas de feira. Cada episódio é uma amostra grátis do diagnóstico. O primeiro roteiro está mais abaixo.
Se eu fosse criar uma marca de roupa de academia, eu a chamaria de Lazy Lady, porque já tem muita marca fitness para manusídeis da vida, mas para mulheres cansadas. Como eu, eu ainda não vi nenhum. Nada de um monte de peças diferentes para ter que combinar. Treinar é cansativo. Escolher a roupa não deveria ser. Eu criaria um sistema simples de conjuntos que resolvem tudo. Primeiro, The Lag Day Savior. Lagging de compressão graduada que ajuda a circulação do sangue. Um conjunto perfeito para os treinos de perna. Desenhado para evitar aquela tontura depois do agachamento. Segundo, The Cool Girl Set. Roupa sempre geladinha que dá aquele sustinho de energia quando você coloca. Tecido com microencapsulamento térmico que libera mentol gelado. Terceiro, The Invisible Set. Moletom leve com capuz, mas lagging preta-fusca para você sumir de vista. Perfeito para aqueles dias em que você só quer treinar em paz e ir embora para casa sem ser notado e ter que falar com ninguém. Não é só roupa de academia. É tecnologia contra preguiça. Para o lançamento, eu criaria a Lazy Girl. Roupa um espaço que parece a sala de casa. Você chega como quiser, toma um belo cafezinho, faz seu treino e depois deita no sofá para descansar enquanto recebe uma bela massagem no pé. É, a metodologia Negócios Creator funciona em absolutamente qualquer segmento. Nós já aplicamos em educação, saúde, serviço, produto, tecnologia. Só não atendemos políticos, casas de apostas e pessoas no OnlyFans. Clique no link da Bill e descubra como a Vince pode fazer da sua marca. Uma das mais sexys e ricas dessa geração e das próximas.
A legenda pede "coloque aqui seu mercado". Os comentários viram a pauta seguinte, e quem comenta já é contato.
Pra Clara: "Comenta o que tu vende que eu escolho a próxima." Quem comenta já é contato para o diagnóstico.
Se eu fosse criar uma marca de café, eu a chamaria de Venva, porque já tem muito café pra quem tem tempo de tomar café da manhã. Agora, pra pessoas que moram em São Paulo e acordam às 6 da manhã com buzina movida e 60 mensagens do Slack pra responder, eu ainda não vi nenhum. Ele viria em frascos na estética de remédio Tarja Preta e o Aviso, não recomendado para cariocas. O substituto perfeito pra você parar de pedir receita pro seu amigo médico. Eu criaria duas versões. Primeiro, o Blackout. Robusta torra francesa, com um tobro de cafeína de qualquer outro grão e aroma leve de menta pra quem acordou no susto e tem 16 horas de trabalho pela frente. Segundo, o Venom. Smart coffee com hélite anina e extrato de guaraná. Energia e foco intenso pra virar a madrugada sem o efeito rebote da trimedeira. Pro lançamento, eu criaria a Venva Tour. Uma van preta com o visual de banda punk rock que estaciona nos centros corporativos da capital pra energizar a galera logo na segunda-feira. Você chega, recebe uma dose rápida do seu Venvinha e pode ficar por ali mesmo pra trabalhar loucamente do gentinho que você precisa. Sim, a metodologia negócio e os creators funciona pra qualquer segmento. A gente só não atende políticos, casas de apostas e pessoas Onlyfans. E pra provar, comenta o seu mercado aqui embaixo que eu vou selecionar alguns e nos meus stories vou dizer exatamente o que eu faria pra gerar desejo e receita.
Começa parecendo golpe e vira aula de marca. A quebra de expectativa segura a pessoa.
Pra Clara: "Ninguém compra teu brigadeiro." Pausa. "Compram o domingo na feira, o presente pra mãe."
Foi com essa pílula que eu perdi 10 quilos em 7 dias. É com ameaças criminosas como essa que o seu concorrente consegue vender muito mais que você, mesmo tendo um produto pior que o seu. E esse é o guia definitivo pra você se destacar em meio aos vendedores de milagre. Ninguém quer uma pílula de emagrecimento, mas todo mundo quer a barriga chapada. A primeira compra de uma pessoa nunca é baseada no benefício funcional do seu produto. Esse é o erro que a maioria das marcas cometem. Eles investem todo o esforço somente para os 5% que estão prontos para comprar, enquanto os outros 95% são totalmente ignorados. É assim que você constrói aqueles feeds que parecem vitrines de lojas de shoppings vazios. Enquanto os charlatões vendem e alcançam milhões com mentiras descaradas, só por terem começado lá pelo topo do fundo. Os negócios creators têm amplo alcance nos canais certos, com formatos certos e um posicionamento certo. O que gera autoconhecimento de marca aumenta o desejo, a consideração da audiência, consuí da preferência pelos potenciais clientes e, finalmente, leva a compra. Impactando não apenas sim, mas 100% do público-alvo. E se você quer receber um diagnóstico gratuito do time de especialistas aqui da Vinci para entender como o seu negócio pode ser tão desejado quanto ele merece, clique no link da bio.
Uma dica, mostrada numa banca real. A expositora compartilha e o vídeo chega no público dela. 11 dos 20 vídeos mais vistos da Erika são passeios pela feira.
Pra Clara: mesmo cenário, outro olhar. A Erika arruma a mesa; a Clara olha a marca. "Essa banca tem 3 logos: na placa, no rótulo e no Instagram. Qual é a marca?"
gente outra dica para expositores de feira livre coloca preço no seu trabalho facilita a vida do cliente ela colocou aqui ó os precinhos aqui atrás eu gosto de deixar sempre o precinho à vista tá aqui ó poderia ter colocado também os precinhos aqui etiquetinhas aqui ó tem essas condições aqui também ó colocar próximo tá vendo aqui por exemplo não tem o precinho então o cliente tem sempre que ficar te perguntando qual que é o preço qual que é o preço qual que é o preço se você tá bem cheio com outras pessoas atendendo isso acaba atrasando e perdendo bem jojô já coloca tá vendo os precinhos dela dessa forma um lacinho e quando vários produtos têm o mesmo preço você pode colocar igual as fofuras aqui ó colocaram as delicadezas delas nos potinhos não tem várias formas de você etiquetar sempre colocar etiqueta e facilitar a vida do cliente da série dicas para expositores feira livre acompanhe olá meu nome é erica fami eu sou produtora da feira vila rica paulia tem mais edições eu criei um conteúdo único no brasil de empreendedorismo para expositores de feira livre me acompanha no meu perfil erica chamis lá eu dou várias dicas em fé e pra vocês todo sucesso muda
Todo expositor se reconhece no erro, e a pergunta da legenda puxa comentário.
Pra Clara: "Errinho de marca nº 1: a sacola sem nome. Tua cliente sai da feira fazendo propaganda de ninguém."
Errinhos de Feira Liga. Estamos caminhando, sou cliente. Venho aqui, tenho um manequinho na frente dos produtos. Quem nunca cometeu, Cia? Você tem que olhar para todos os lados quando você monta o seu espaço, para saber onde vem o fluxo das pessoas, para que você não cometa errinhos como esse. Muitas vezes são vistos de arrumação de organização de mobiliário lá no dia da Feira. Pequenos detalhes que fazem muita diferença. Se você quer conhecer tudo sobre o mundo das Feiras Ligas, me siga nas redes sociais.
O melhor post dela. Saiu em collab e entrou no público da feira, que é o público dela.
Repetir uma collab por mês, com feira ou com cliente.
Você vende na feirinha, você sabe que seu produto tem potencial, mas falta aquela coisinha, o seu produto não se destaca, não chama a atenção, pronto. Eu sou a Clara, sou designer de marcas. Eu sou a Mariana, sou coordenadora da Feirinha Verde de Teresina e a gente já trabalhou com a Clara para fazer os primeiros produtos da Feirinha Verde e tudo nasceu de uma consultoria inicial. A partir daí nasceu o projeto SEMENTE para os outros empreendedores. Nele a gente vai conversar sobre o que a sua marca comunica no real e no digital e o que ela poderia melhorar. As vezes é muda-se no discurso, no jeito de mostrar seu produto, no seu posicionamento, na identidade e pronto, você ganha a atenção do seu público. Imagina aí, a gente construiu um plano de ação para você desenvolver a sua marca, o quão isso facilitaria a sua vida e o seu negócio. Se você é exposição da Feria BR, a gente convida a participar do Projeto Sementes, uma consultoria gratuita que vamos dar arrumada na sua marca e alavancar o seu negócio.
Opinião contra o senso comum, provada com um caso real.
É o formato da sexta. Hoje sai um desses por mês; o plano pede um por semana.
Muita gente que trabalha com produtos artesanais acha que, para parecer profissional, precisa esconder o feito à mão. Mas o toque humano é justamente o que torna a SOMARCA única. E é o que o povo percebe, mesmo antes de ler o rótulo. O caso da SOMARCA. Essa é a casa dos licores lá de Viçosa, que fabrica geléias, licores, tudo com produtos locais. Desde o início, os rótulos são feitos à mão. Eram os próprios donos que faziam os rótulos, então escrevia no papel, recortava e colava no prasso de vidro. No início, quando a demanda era baixa, os rótulos eram escritos de um por um. Agora, que estão mais populares, eles fazem a impressão. Apesar de ser um pouco diferente do que já existe, esses rótulos destaquem o fazer manual e trazem a personalidade da casa dos licores. Então não é sobre esconder o artesanal. Quer saber como equilibrar o artesanal e o profissional na sua marca? Dá uma olhada nos projetos aqui no meu perfil.
Escritos no jeito que ela fala. Ela pode e deve mexer.
Na feira, montando uma banca. No topo: Feira não é bico. Todo mundo acha que feirante não tem dinheiro pra investir em marca.
Já ouvi isso de designer, de agência, de cliente até. E eu discordo, sabe?
Imagens de gente provando, perguntando preço. A feira é onde a marca é testada de verdade. Tu vê a cara de quem prova, ouve o "quanto é?" e o "volto semana que vem". Isso é pesquisa que empresa grande paga caro pra ter.
O que falta não é dinheiro. É direção. Feira não é bico: é onde marca nasce.
Se tua marca nasceu numa feira e tu quer saber o que está travando ela, manda DIAGNÓSTICO no direct.
Segurando um brigadeiro num saquinho sem nada escrito. Se essa marca fosse minha, eu fazia assim.
Imagens da feira. Chamava de Doce de Domingo. Porque doce de feira não é sobremesa, é o programa do fim de semana.
Doce gourmet pra dar de presente tem um monte. Pra quem quer levar um pedaço da feira pra casa, eu ainda não vi nenhum.
Tela do computador montando a embalagem. Kraft com carimbo feito à mão, porque o feito à mão é o que vende. Cada sabor com o nome de uma feira.
Na banca. Preço à vista, três sabores na frente e uma plaquinha "prova grátis até acabar".
Comenta o que tu vende que eu escolho a próxima marca. E se tu quer esse olhar na tua marca, manda DIAGNÓSTICO.
Foto do prêmio. Duas mulheres, um sítio na Bahia e o primeiro lugar do Sebrae Mulher de Negócios.
Cacau, embalagens. Essa é a Ybyacaya, da Ally e da Nay. Chocolate do pé de cacau até a barra, com agroecologia.
Elas já tinham produto bom e já vendiam. O que faltava era a marca contar a mesma história em tudo: o sítio, as duas, o cacau.
[aqui entra o que a Clara fez com elas]
Se tua marca já cresceu na feira e tu quer levar ela mais longe, é isso que falta. Direção.
Quer saber o que falta na tua? Manda DIAGNÓSTICO no direct.
Antes de gravar, confirmar com a Clara o que exatamente ela fez para a Ybyacaya.
Tudo termina no WhatsApp dela: quem comenta ou manda DIAGNÓSTICO no Instagram recebe, sozinho, o botão para o WhatsApp (LinkDM, plano grátis), e o anúncio já abre o WhatsApp direto. No WhatsApp, as respostas prontas do WhatsApp Business (com "/") fazem o trabalho pesado. São grátis e não dão problema com o WhatsApp, porque cada uma vai numa conversa que a própria pessoa abriu.
Uma por uma, com o nome e a marca de cada pessoa, no máximo 10 por dia. O mesmo texto copiado para muita gente o WhatsApp entende como spam e pode bloquear o número.
R$ 15 por dia viram uns R$ 505 por mês com o imposto da Meta. Dois diagnósticos (R$ 594) já pagam o anúncio do mês. O sistema da Meta lê o vídeo para decidir quem vê, então o vídeo tem que dizer para quem é ("se tua marca vende na feira…").
Perfil arrumado, WhatsApp pronto, mensagens para quem já conhece o trabalho dela. Se pelo menos uma pessoa da lista comprar, a oferta está boa e o anúncio liga.
Uma campanha, um conjunto, 3 anúncios: ela falando para a câmera ("se tua marca vende na feira e não no Instagram, eu te mostro por quê em 1 hora"), um raio-x de 60 segundos e um antes e depois. Brasil inteiro, porque o diagnóstico é on-line; 24 a 50 anos; sem interesses, o vídeo filtra.
Dezembro a feirante está vendendo, não comprando: baixa para R$ 10 por dia. Em janeiro volta para R$ 15, com "começa 2027 sabendo o que mudar na tua marca".
A Clara já sabe o que precisa ser feito. O que falta é tempo e mais uma cabeça pensando junto. Então a gente entra junto, mês a mês, com contrato de 3 meses para começar.
Não entra: roteiro completo, design de peças, social media, outros canais (Google, TikTok) e o projeto do aplicativo, que tem conversa própria. Um valor fixo por mês e uma porcentagem das vendas que vierem do Instagram; os valores estão no contrato.
Uma página "Clara × Neo" no Notion dela, com cinco partes. As metas do mês 1 servem mais para medir o ponto de partida: depois dele a gente ajusta com número de verdade.
| Mês 1 · até 18/11 | Mês 2 · até 18/12 | Mês 3 · até 18/01 | |
|---|---|---|---|
| Posts | 8 | 8 | 6 a 8 (dezembro mais leve) |
| Conversas no WhatsApp | 30 | 45 | 40 |
| Diagnósticos | 4 (2 de quem já conhece ela) | 4 | 4 |
| REGA | — | 1 | 1 |
| Anúncio se pagando | — | diagnósticos ≥ verba | diagnósticos ≥ verba |
São metas para guiar, não promessa. Quando o diagnóstico vender 4 por mês, dois meses seguidos, a gente abre o próximo degrau (aula e comunidade).